Você sabe como o storage de energia te ajuda a ser mais verde?

O Storage é uma forma de armazenamento de energia que abre portas para a diversificação da matriz energética, e consequentemente, nos possibilita cumprir com os compromissos firmados na COP-26

Existem diversas formas de guardar energia. No Brasil, 60% da nossa capacidade de geração é proveniente de hidrelétricas. Algumas dessas usinas possuem reservatórios que operam como grandes sistemas de armazenamento de energia renovável, acumulando água no período chuvoso (nov/abril) para gerar eletricidade no período seco (maio/out).

Enquanto consumidores, podemos constatar a evolução das tecnologias de armazenamento por baterias em nosso smartphones e notebooks. Afinal, hoje nossos celulares e computadores portáteis conseguem operar por mais tempo entre uma carga e outra. O conceito de energy storage é tão simples quanto os exemplos acima. No entanto, as diferenças estão na escala dos projetos e nas aplicações. 

A demanda por sistema de armazenamento surge à medida que precisamos aproveitar ao máximo os recursos energéticos, principalmente quando se trata das novas renováveis, como eólica e solar. Como podemos ver, com as tecnologias de armazenamento será possível estocar vento e sol, aumentar a eficiência da operação da rede e melhorar o aproveitamento dos recursos naturais.

Atualmente, a bateria de íon-lítio é a tecnologia mais promissora para armazenamento em larga, representando 93% dos 5 GW adicionados no mundo em 2020, de acordo com o último relatório (nov/2021) divulgado pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). 

No Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) lançou em 2017 P&D Estratégico nº 21/2016 – Arranjos Técnicos e Comerciais para a Inserção de Sistemas de Armazenamento de Energia no Setor Elétrico Brasileiro, cujo resultados deverão ser apresentados ainda este ano. 

Storage na prática: 

A CPFL Energia está tocando três projetos de pesquisa em armazenamento, com investimento total de R$ 66 milhões, dos quais R$ 27 milhões foram feitos pela própria companhia e o restante é proveniente de recursos do Programa de P&D da ANEEL. As iniciativas têm como objetivo avaliar os impactos da utilização de baterias no sistema elétrico, da geração até o cliente final.

Foram instalados sistemas de energy storage em cinco unidades da Rede Graal, dois em condomínios residências, em uma subestação de energia e em uma usina do Complexo Eólico Campos dos Ventos, no Rio Grande do Norte, da CPFL Renováveis. A potência dos sistemas varia entre 100 kW a 1 MW. 

O alto custo ainda é um grande desafio para o storage, porém a evolução tecnológica tem proporcionado uma importante redução de custos nos últimos 9 anos. 

Como garantimos eficiência e segurança energética em hospitais

No próximo dia 7 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde. Sabemos que o mundo atravessa uma das maiores crises de saúde da história recente. Após dois anos, a pandemia de covid-19 vitimou mais de 6,05 milhões de vidas no mundo, com o Brasil na triste terceira posição com 656 mil mortes de pais, mães, filhos, amigos e colegas de trabalho que se partiram. A nossa sincera homenagem.

Médicos, cirurgiões, enfermeiros e todos os profissionais da saúde atuaram e continuam atuando na linha de frente com a missão de salvar vidas. O sistema de saúde nunca foi tão exigido, logo, o hospital é uma entidade que não pode parar em meio a uma crise global, ainda mais por conta da qualidade energética. É de conhecimento que as redes hospitalares demandam uma infraestrutura elétrica robusta, segura e com qualidade em eficiência.. 

No Programa CPFL e RGE nos Hospitais, apresentado na COP-26, investimos R$ 155 milhões em ações de eficiência energética. Foram beneficiados 325 hospitais na nossa área de concessão. Instalamos painéis fotovoltaicos, trocamos lâmpadas, sistemas de refrigeração e usinas de oxigênio, com 240 unidades concluídas

Parte do consumo passou a ser atendido pela energia solar, que é limpa e não emite ruídos. A substituição das lâmpadas e dos sistemas de refrigeração tornaram o consumo mais eficiente. A previsão é de uma economia da ordem de 14 GWh por ano, o mesmo que apagar a luz de 72 mil residências, contribuindo para mitigar a emissão de CO2. 

A eficiência energética para o setor hospitalar faz parte do nosso DNA como Grupo, e por isso o assunto também foi abordado no evento CPFL Soluções Insights, realizado  em parceria com a Saúde Business, no qual abordamos o falso dilema “sustentabilidade x redução de custos”. Mostramos que um não precisa ser excludente do outro. Não se trata de desligar equipamentos, mas planejar a gestão de energia no ambiente hospitalar para que o consumo seja o mais eficiente possível, evitando desperdícios com equipamentos de baixa eficiência. 

“Sabe que estamos em meio a crise de saúde global e o hospital é uma entidade que não pode parar nunca”, afirmou o Flávio Souza, Diretor Comercial da CPFL Soluções, participante do webinar.  

O investimento em eficiência energética é visto como uma boa prática ESG para os hospitais. Principalmente porque a sociedade e o mercado financeiro preferem empresas que, além de bem geridas, utilizam com racionalidade os recursos energéticos. 

“ESG no Grupo Notredame Intermédica está na nossa missão, que é tornar a saúde de qualidade acessível às gerações de brasileiros”, disse o vice-presidente Anderlei Buzelli, responsável por uma carteira de 7 milhões de vidas, com a rede de hospitais em expansão para 37 unidades, de 8.  

Confira 5 cinco destaques dessa conversa

1 – Como é possível reduzir o consumo de energia em hospitais e como acontece essa redução? E como funciona o I-REC olhando para este setor?

Segundo Souza, o mercado livre oferece várias oportunidades para redução do custo a partir da negociação da compra de energia direto com o fornecedor, com condições e prazos pré acordadas.

O Especialista em Energia do Projeto Hospitais Sustentáveis (PHS), Erick Pelegia, falou sobre os quatro desafios das instituições de saúde, abrangendo os temas de energia, clima, compras sustentáveis e resíduos. A energia está entre os principais custos dos hospitais, porém o consumo costuma ser estável. Essa previsibilidade reduz riscos, portanto, contratos mais competitivos.

A praticidade e o benefício ambiental da energia solar fotovoltaica tornou a tecnologia uma forte aliada dos hospitais, garantindo energia limpa e renovável em um país com a melhor irradiação solar do mundo. Souza aconselha a escolha de empresas profissionais para garantir as melhores práticas de instalações fotovoltaicas, como determina as NR 10 (instalações elétricas) e NR 35 (segurança). 

Olhando para a infraestrutura, a modernização de instalações de água fria, iluminação e equipamentos de ar condicionado podem promover uma economia importante. Pelegia disse que os estudos apontam que a atividade de manutenção é a ação com o menor payback, ou seja, com menor prazo para recuperar o investimento. “Aquelas pequenas coisas silenciosas, porém fundamentais”, disse o doutorando em Energia. 

O I-REC é um certificado de energia renovável. Ele permite a rastreabilidade segura da fonte de geração de eletricidade. Com isso, o consumidor também assegura o selo de sustentabilidade. Também é possível comprar I-RECs para mitigar o balanço de emissões. 

2 – Como energias sustentáveis colaboram na redução de custos no longo prazo?

 As novas tecnologias renováveis não só contribuem para o meio ambiente, como reduz custos de energia elétrica. Buzelli disse que o Grupo Notredame Intermédica é testemunha dos benefícios de migrar para o mercado livre. Com 4 mil leitos de UTIs e um laboratório com centenas de equipamentos com alto consumo de energia, o mercado livre gerou um resultado positivo para a instituição. 

A economia chegou aos 20%. O dinheiro poupado foi direcionado para outras ações de ESG. “Somos testemunhas de que essa é uma medida que faz sentido para todas empresas”, disse Buzelli. “Temos uma gestão rigorosa de custos, pois sabemos que para conseguir prestar um serviço de qualidade a um custo acessível, cada centavo conta”, completou.

3 – Além da troca de equipamento a CPFL tem algum processo de automação dos hospitais para controlar melhor o ar condicionado?

Em alguns projetos, contou Souza, entramos com automação. Desde instalar sensores para tornar a operação do ar condicionado mais eficiente, como automações mais simples com sensores de presença e iluminação. Conectamos todos os sistemas de um hospital, trazendo dados e informação para a tomada de decisão dos gestores. 

4 – Quais são as formas de aquisição de energia: redes distribuição local, Mercado Livre de energia e geração própria?

Hoje o mercado de energia é dividido entre cativo (60%) e livre (40%). No mercado cativo uma boa opção é a geração solar distribuída energia. 

Para migrar para o mercado livre, a unidade consumidora, no caso o hospital ou uma clínica, precisa atingir uma faixa de potência mínima. A partir de 500 KW é possível comprar energia incentivada, como eólica e solar com desconto de 50% na tarifa de uso da rede de distribuição  (TUSD). Também há a energia incentivada 100% – mais cara porém com um benefício ambiental maior. 

Para comprar energia convencional, ou seja, não renováveis incluindo hidrelétricas de grande porte, o cliente precisa ter uma demanda acima de 1000 kW. 

Essas barreiras estão se reduzindo gradualmente e o setor discute neste momento como tornar o mercado livre acessível para todos os tipos de consumidores, inclusive residencial. 

Para fazer esse estudo de carga é preciso contratar uma gestora. A CPFL realiza todo esse serviços, que envolve também abrir conta em banco, cadastrar o cliente na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e fazer a compra da energia. 

Por último, tem a possibilidade de firmar um PPA de longo prazo, onde o consumidor se torna um autoprodutor. Essa estratégia funciona bem para hospitais que têm um consumo estável e continuarão necessários daqui a 30 anos. 

– Pensando na construção de hospitais novos, o uso de energia solar é recomendada para toda unidade?

Segundo Souza, plantas fotovoltaicas são aplicadas em qualquer circunstância. O custo da tecnologia reduziu muito. Nos últimos 10 anos  houve uma redução de custo de mais de 1.000% no custo dos inversores, que representam 50 a 70% do custo da instalação. Qualquer empresa, casa, comércio, indústria pode fazer o uso da energia solar desde que tenha um telhado ou um terreno. 

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CPFL Soluções terá mais de R$ 2 bilhões investidos em obras neste ano

Eduardo dos Santos Soares, Diretor-Presidente da CPFL Serviços, é um otimista por convicção. E ao analisar as perspectivas para este ano de 2022, tem motivos concretos para vislumbrar um cenário positivo. “O processo de vacinação tem avançado e nossa economia deve e precisa voltar a crescer, gerar empregos, recuperar o poder econômico das famílias e das empresas”, destaca. “E não há crescimento sem energia! Sabemos do nosso papel relevante para sociedade, e estamos preparados para cumpri-lo”, ressalta o executivo.

Eduardo revela que a CPFL Serviços já tem em mãos um volume de obras para os próximos 12 meses ainda maior do que o realizado ao longo de 2021. “Estimamos mais de R$ 2 bilhões em obras a serem realizadas por nosso time em 2022. Geraremos mais de 400 novos empregos diretos e outros 400 empregos indiretos”, afirma. Os investimentos incluem ações importantes em tecnologia, saúde e segurança dos colaboradores e parceiros, máquinas e equipamentos além de inovação em sistemas e processos.

No ano passado, os desafios impostos pela pandemia não foram poucos. Em determinados momentos, a CPFL Serviços chegou a ter 10% de seu quadro de colaboradores em observação por sintomas da COVID-19, e muitos profissionais ficaram até 14 dias fora do trabalho, devido aos rígidos protocolos de saúde e segurança adotados, o que gerou sensação de acolhimento entre os colaboradores.

Apesar do cenário desafiador, inúmeros objetivos foram alcançados. “Entregamos muitas obras relevantes, mais de 90 delas de subestações e linhas de transmissão, e mais de 10 mil obras de redes de distribuição, além de muitos hospitais atendidos por nosso programa CPFL nos Hospitais, com a instalação de soluções em GD Solar”, exemplifica o Diretor-Presidente da CPFL Serviços.

Projetos relevantes foram entregues respeitando prazos e expectativas de clientes, colaboradores e acionistas. “A empresa está mais forte que nunca, financeiramente, tecnicamente e na relação de confiança com parceiros, colaboradores e clientes. Mérito do trabalho duro de um time muito competente e dedicado do qual tenho orgulho em fazer parte”, comemora Eduardo Soares.

Com um trabalho robusto e de excelência, a CPFL Serviços está sempre em busca de melhorias e crescimento, de modo que beneficia diretamente todos os clientes atendidos, dos quais a empresa estará ainda mais próxima agora em 2022. “Que este novo ano seja um marco de retomada de nossa economia e de um novo ciclo de grandes realizações e muita saúde para todos”, deseja Eduardo dos Santos Soares, Diretor-Presidente da CPFL Serviços.

Cresce utilização de cargas das usinas termoelétricas a biomassa, mas alguns cuidados são fundamentais

Nos últimos meses, a utilização de cargas das usinas tem crescido, dentro do contexto de escassez hídrica enfrentado pelo país. Com isso, a biomassa contribui como mais uma fonte geradora de energia. No Brasil, o recurso com maior potencial para ser usado como biomassa na geração de energia elétrica é o bagaço de cana-de-açúcar. Apesar de ser considerada uma fonte renovável, a queima da biomassa costuma ser associada à geração de gases de efeito estufa.

Ainda que o cenário parece dos mais vantajosos, existem alguns pontos que não podem ser esquecidos. Um deles é que as organizações devem se programar para fazer as ofertas de energia, no caso de adesão ao RVD, assim como se planejar com antecedência para as produções e orçamentos, uma vez que manutenções em usinas exigem alto investimento e precisam ser feitas por empresas robustas e com expertise nesse ramo.

Como a demanda energética é alta, a usina também precisa ter visão consistente de produção e opções de contratação, pois vale lembrar que a matriz energética brasileira é diversa, incluindo outras fontes limpas e renováveis.

Para garantir eficiência energética a preços competitivos, cada empresa precisa identificar quais as fontes mais adequadas para seu tipo de atividade. Recursos como a compra pelo Mercado Livre e a Geração Distribuída – com autoprodução de energia solar – podem garantir o suprimento energético em condições vantajosas.

Outro fator essencial para quem opta por energia termoelétricas a biomassa é manter acompanhamento constante para não perder nenhuma informação nova sobre as tendências e atualizações do mercado regulatório energético. Com nossa equipe de especialistas, fazemos essa análise e identificamos os melhores caminhos para sua empresa não sofrer com falta de energia nem pagar valores exacerbados.    

5 equipamentos que mais consomem energia elétrica na empresa

Cada vez mais a questão energética deixa de ser algo a mais a ser considerado no cálculo de despesas de um negócio e passa a ser encarada como um elemento prioritário para se fazer o planejamento financeiro de uma empresa, especialmente em tempos de bandeiras tarifárias. Dessa forma, vale destacar a importância da eficiência dos equipamentos. Mas, afinal, você sabe quais são os equipamentos que mais consomem energia elétrica?

Com o intuito de esclarecer essa questão, fizemos este artigo especialmente para você. Iniciaremos abordando sobre a importância de ficar atento quanto a eficiência dos equipamentos elétricos do seu negócio. Em seguida, listaremos os principais equipamentos que mais consomem energia elétrica. Por fim, falaremos das alternativas que você pode adotar. Acompanhe!

Saiba por que é importante se preocupar com a eficiência dos equipamentos que demandam energia dentro da sua empresa

A energia elétrica é fundamental para o funcionamento de quase todos os tipos de negócios existentes. Sem ela é impossível manter as máquinas funcionando. Essa necessidade gera gastos. Entretanto, apesar dos gastos serem obrigatórios, não significa que você tenha que desperdiçar dinheiro com a conta de energia.

Exatamente por conta disso é necessário colocar um freio nos gastos com energia. Há várias formas de fazer isso, conforme falaremos de maneira mais profunda ao longo do texto. Entretanto, inicialmente, vale a pena mencionar a importância de se preocupar com a eficiência dos equipamentos que utilizam energia dentro do negócio.

Dependendo da tecnologia implantada em cada elemento, ele pode gastar mais ou menos energia para realizar a mesma atividade. Vamos usar o exemplo das lâmpadas incandescentes e lâmpadas de LED. A primeira gera luz, mas também gera muito calor, de forma a precisar de mais energia para iluminar o mesmo espaço que a lâmpada de LED, pois essa última não gera calor, o que a torna mais eficiente.

Confira agora 5 exemplos dos equipamentos que mais consomem energia elétrica

Veja a seguir quais são os equipamentos mais comuns e que mais consomem energia elétrica dentro de uma empresa.

1. Sistema de refrigeração

O sistema de refrigeração foi criado em meados do século XX e logo passou a se popularizar nos ambientes corporativos, como escritórios, por exemplo. Entretanto, engana-se quem pensa que o sistema de refrigeração está restrito aos ares-condicionados. Ele está também relacionado aos aquecedores e congeladores, assim como refrigeradores de matérias primas, de produtos perecíveis e câmeras frigoríferas.

Entre os locais que mais necessitam de um sistema de refrigeração eficiente, podemos citar os açougues, supermercados, indústrias farmacêuticas, frigoríferos e qualquer outro empreendimento que precise manter os ambientes climatizados para maior conforto dos clientes, como hotéis, por exemplo.

2. Sistema de iluminação

Thomas Alva Edison inventou a lâmpada incandescente em meados da segunda metade do século XX e logo a invenção se mostrou muito prestativa, sendo largamente utilizada em espaços públicos e privados. Dominou o mercado das luminárias por quase um século, até surgirem as lâmpadas fluorescentes e LEDs — essa última mais recentemente.

A iluminação é uma estratégia utilizada nos mais diversos tipos de negócios, ainda que de forma diferente. Por exemplo, em uma loja de roupas, o objetivo da iluminação deve ser apresentar os produtos, enquanto que em um escritório de arquitetura ela deve servir para criar um ambiente adequado para o trabalho.

3. Caldeiras

As caldeiras são elementos utilizados nos mais diferentes tipos de indústria, mas elas são mais comuns nas metalúrgicas, indústrias de papéis, alimentos, onde o calor das caldeiras é usado para preparar e dar forma ao aço, de forma que possa ser utilizado na construção civil, fabricação de peças e materiais nos mais diferentes tipos de ambientes, como hospitais, oficinas mecânicas, entre outros.

Dessa forma, quanto maior a eficiência da caldeira, mais calor ela conseguirá gerar com menos energia, o que é bom para a produção de peças de qualidade.

4. Equipamentos hospitalares

Hospitais são empreendimentos que precisam constantemente da energia elétrica para manter o seu funcionamento, especialmente por conta das operações que ocorrem neles, que vão desde exames importantes até cirurgias, além da manutenção de aparelhos ligados durante a maior parte do dia.

Ao comprar cada equipamento do sistema de climatização, por exemplo, e aqui podemos citar as centrais de água gelada ou até mesmo geradores de emergência, é importante verificar qual a taxa de consumo e questionar junto ao vendedor quais são as alternativas para que o consumo não seja tão alto, sem que para isso os pacientes sejam prejudicados, evidentemente.

5. Máquinas industriais

As indústrias necessitam de muita energia para manter todos os seus equipamentos funcionando. Algumas precisam de mais energia que as outras, como é o caso da indústria automobilista, considerada por diversos estudos como a que mais consome entre os exemplos pesquisados. Os grandes motores, chillers, compressores, inversores, fornos entre outros, são grandes vilões do consumo de energia na indústria.

Algumas estratégias podem e devem ser adotadas para mitigar esse alto consumo, como iluminação zenital, que reduz a necessidade da artificial, além de manter sempre equipamentos modernos na fábrica, pois eles tendem a consumir menos energia.

Veja quais são as alternativas que você pode adotar para reduzir o consumo de energia no seu negócio

Agora que você já sabe quais são os equipamentos que mais consomem energia, é importante saber quais devem ser as estratégias a se adotar para diminuir o consumo. Ao longo do artigo, citamos alguns exemplos, mas aqui explicaremos de forma mais completa sobre o assunto.

Em primeiro lugar, é necessário fazer a consulta quanto ao equipamento, isto é, exigir que sejam adquiridas máquinas com boa relação de consumo.

Outras ações que você deve tomar estão ligadas diretamente com o projeto de arquitetura e o local em que o negócio ficará instalado. Deve-se privilegiar soluções de iluminação e ventilação natural, pois isso diminui a necessidade do uso de refrigeração e iluminação artificial.

Por fim, pode-se adotar medidas de automatização e gerenciamento, ajudando a economizar com energia elétrica.

Sendo assim, agora que você conhece os equipamentos que mais consomem energia elétrica, assim como sabe a importância da eficiência dos equipamentos, busque realizar as medidas para amenizar o consumo, além de verificar se os aparelhos estão funcionando de forma eficiente.

Gostou deste texto que preparamos para você? Então, deixe agora mesmo um comentário no post com suas experiências ou dúvidas sobre o assunto!

Como economizar energia elétrica: 7 dicas de eficiência energética

São tantas as atividades para realizar dentro de uma empresa que fica difícil focar na gestão da energia, certo? Apesar disso, é fundamental se preocupar com o bom uso desse recurso, principalmente se você pretende reduzir custos e melhorar o desempenho dos equipamentos. Você sabe como economizar energia elétrica sem comprometer o conforto e a qualidade do ambiente de trabalho?

Neste artigo vamos mostrar que é possível cortar gastos a partir de simples mudanças. Acompanhe e confira 7 dicas de eficiência energética para aplicar na sua empresa!

1. Priorizar lâmpadas econômicas

A simples substituição de lâmpadas fluorescentes por modelos de LED pode impactar positivamente na redução do consumo de energia. Embora o custo de aquisição das versões em LED seja mais alto, trata-se de um investimento que compensa em longo prazo.

Isso acontece por vários motivos: as lâmpadas LED gastam menos quando comparadas às tradicionais, têm durabilidade maior e clareiam os ambientes com a mesma eficiência — a iluminação é homogênea e pode ser refletida em diferentes tonalidades.

Também é interessante aliar o uso desse tipo de lâmpada ao melhor aproveitamento da luz natural durante o dia. Para isso, vale planejar a disposição dos móveis de maneira estratégica, a fim de eliminar bloqueios em janelas e permitir que o sol ilumine diferentes recintos.

2. Modernizar os equipamentos

Em muitas empresas e indústrias, parte da energia consumida é utilizada para operar motores. Logo, é fundamental modernizar os equipamentos para buscar o máximo desempenho sem que isso represente aumento de custos.

Aparelhos e equipamentos antigos, geralmente com mais de 25 anos, gastam mais energia do que seus modelos mais novos. Isso vale para monitores de computador, refrigeradores, ar-condicionado e outras máquinas comumente usadas nas empresas.

Assim como no caso das lâmpadas, a substituição de recursos antigos por aparatos atuais representa um ótimo custo-benefício no longo prazo — e o primeiro sinal tende a aparecer na redução da conta de energia. É claro que a manutenção periódica de cada equipamento se faz necessária para colher bons resultados.

3. Reestruturar o sistema de refrigeração

O ar-condicionado se torna uma preocupação quando a dúvida é como economizar energia elétrica. Afinal de contas, em muitas cidades a presença do aparelho é crucial para proporcionar conforto aos trabalhadores dentro de ambientes industriais ou corporativos.

Felizmente, já existem modelos desenvolvidos de modo a reduzir o consumo diário. Por isso, quando você precisar trocar algum equipamento ou adquirir novos, dê preferência àqueles que apresentam os melhores índices de eficiência energética.

Outro cuidado tem a ver com o projeto do sistema de refrigeração, que deve estar adequado ao tamanho do ambiente e ao número de pessoas que utilizam o espaço. Para dimensioná-lo, procure um profissional capacitado e faça valer o investimento em seu projeto de climatização.

4. Instalar sensores de presença

Esses equipamentos são muito utilizados em condomínios comerciais e residenciais, mas podem ser ótimos aliados das empresas que buscam economia. Eles funcionam a partir da identificação de movimentos em lugares específicos — corredores, halls de acesso, banheiros etc.

São ideais para ambientes nos quais as pessoas costumam permanecer por curtos períodos, já que mantêm a luz acesa por tempo determinado. Ao instalá-los, você terá a certeza de que as lâmpadas serão ativadas apenas quando for necessário.

5. Orientar e conscientizar pessoas

Envolver os funcionários no desafio de como economizar energia elétrica também é importante. Quanto mais pessoas engajadas, mais chances você terá de otimizar o uso de um recurso crucial para a empresa. Para isso, o gestor pode reunir os colaboradores e conduzir uma conversa que promova bons hábitos.

Entre as atitudes que contribuem para a economia energética está o desligamento dos monitores durante os intervalos do trabalho — inclusive, é possível programar a máquina para que desligue automaticamente após alguns minutos sem utilização. Em pausas prolongadas, como feriados e finais de semana, o ideal é desligar totalmente os aparelhos (estabilizadores, impressoras e caixas de som) e desconectá-los da tomada.

Se na empresa houver geladeira, peça aos funcionários que evitem o abre e fecha a todo momento. Também mantenha o eletrodoméstico distante da parede para que o ar circule na parte de trás e certifique-se de que a borracha da porta está funcionando corretamente.

6. Adequar a decoração e mobília

O layout do ambiente, assim como o design aplicado aos recintos, também pode trabalhar a favor da economia de energia. Um dos truques mais simples é aplicar revestimentos de cores claras nas principais superfícies (pisos, paredes, forros), que refletem melhor a luz e evitam a necessidade de lâmpadas extras.

Para potencializar os reflexos e melhorar a distribuição da claridade, aposte em móveis com acabamento em tons neutros (branco, bege, cinza ou madeira clara). Nas janelas, as cortinas e persianas com tecidos leves são ideais por permitirem a entrada da luz e a ventilação cruzada.

Se você acredita que a iluminação de algum espaço é ineficiente, procure um profissional para revisar o projeto luminotécnico e prever novos pontos de luz. Essa mudança na posição das lâmpadas fará toda a diferença na percepção dos ambientes, sejam eles de produção, sejam de administração.

7. Implementar sistemas de automação

A automação veio para auxiliar gestores no acompanhamento de diversos processos organizacionais. A vantagem é que essa tecnologia também pode ser empregada no controle do consumo de energia, na regulação da temperatura do ambiente e na otimização do uso do ar-condicionado, por exemplo.

Para isso, basta adotar softwares específicos que possam atender às suas necessidades. Entre os recursos disponíveis estão os sistemas de acionamento eletrônico, detectores de presença e outras funcionalidades.

diversas soluções no mercado capazes de beneficiar a sua empresa. Portanto, sempre que pensar sobre como economizar energia elétrica, faça uma pesquisa e confira todas as possibilidades disponíveis. Uma assessoria especializada também se torna útil no momento de buscar maneiras de diminuir custos e deve estar na lista de serviços contratados.

Gostou das informações sobre como economizar energia elétrica que listamos neste artigo? Então aproveite para seguir o nosso perfil no LinkedIn e acompanhar de perto todas as nossas próximas publicações!

Manutenção Elétrica: Avanços e benefícios para as empresas

Com o mercado cada vez mais aberto e disputado, não basta que as empresas se foquem nos preços de seus produtos e serviços. A velha estratégia de aumentar o volume de produção e reduzir custos deixou de ser uma ferramenta de competitividade.

Atingir novos mercados e conservar os já conquistados exige conciliar produtividade e qualidade. Nesse cenário, a manutenção elétrica tem um papel estratégico. Quando há uma política de manutenção alinhada com os objetivos organizacionais, os resultados são evidentes:

  1. Antecipação e solução de falhas;
  2. Alto grau de funcionalidade;
  3. otimização do custo global.

Tipos de manutenção

Há quatro tipos ou políticas básicas de manutenção:

Manutenção Corretiva – Pode ser planejada ou não. No primeiro caso, o equipamento apresenta um problema operacional, que depende de decisão gerencial para ser corrigido. Já a manutenção corretiva não planejada é a correção aleatória de uma falha, para evitar possíveis problemas – sem preparar componentes nem planejar o serviço. É recomendada para equipamentos sem influência no processo produtivo, pois sua aplicação isolada exige grandes estoques de peças.

Manutenção Preventiva – É feita para evitar ou ao menos reduzir a falha ou queda no desempenho do equipamento, seguindo um plano previamente elaborado. Em função disso, é o tipo de manutenção mais indicado para peças e equipamentos que sofrem constante desgaste.

Manutenção Preditiva – Também conhecida como manutenção sob condição ou manutenção com base no estado do equipamento. Usando dados coletados ao longo do tempo com instrumentos específicos, é verificada e analisada a tendência de variáveis de um sistema ou máquina, para definir seu estado de funcionamento futuro. Seu maior benefício é realizar a manutenção antes que a falha surja, evitando os prejuízos decorrentes.

Manutenção Detectiva (Pró-ativa) – É realizada em sistemas de proteção ou comando. Seu objetivo é detectar falhas que não são percebidas pelos profissionais de operação e manutenção. Esse é o tipo de manutenção mais recente, ainda pouco conhecido no Brasil. Em função dos benefícios que proporciona, tende a ocupar uma importância crescente nas empresas.

Novas tecnologias para manutenções cada vez mais precisas

É claro que diagnosticar e solucionar falhas antecipadamente economiza tempo e dinheiro para as empresas. Nesse sentido, alguns conceitos já começam a definir as tendências futuras da manutenção elétrica.

IoT: integrando informações para multiplicar resultados.

A IoT ou internet das coisas tem incorporado um número crescente de equipamentos. E quanto mais eles são integrados, maior a transmissão e o cruzamento de dados sobre o seu desempenho, o ciclo de vida de suas peças,
etc.

Essas informações são valiosas para que os profissionais de manutenção preditiva prevejam possíveis falhas, com precisão muito maior. Assim, a aquisição de peças e a substituição de itens podem ser programadas, evitando
paradas e gastos com estoque desnecessários.

Indústria 4.0: manutenção detectiva com máquinas inteligentes.

O conceito da indústria 4.0 permite utilizar a inteligência artificial para a  manutenção detectiva em vários tipos de empresas – e não apenas em indústrias. Sensores no equipamento fazem inspeções automáticas, avaliando fatores geradores de falhas em potencial, como contaminação ou temperatura anormal. Essas irregularidades são identificadas e informadas, permitindo identificar possíveis falhas muito antes que aconteçam.