Como o mercado livre pode ajudar sua empresa a colocar o ESG na prática?

O Mercado Livre de Energia pode gerar muitas dúvidas para os gestores de empresas cujo fornecimento energético ainda é feito no formato tradicional, caracterizado pelo atendimento exclusivo da concessionária local. Mas afinal, como o mercado livre pode ajudar sua empresa a colocar o ESG na prática? A resposta é flexibilidade.

O mercado livre é o oposto do mercado cativo. O Ambiente de Contratação Livre, com o próprio nome já pressupõe, permite que as empresas sejam mais eficientes e sustentáveis no consumo de energia elétrica. 

Isso é alcançado pela competitividade proporcionada pela livre negociação de compra de energia entre produtores, comercializadores e consumidores de energia. Os players podem negociar com autonomia contratos com melhores condições comerciais, gerando economia financeira e previsibilidade de custos. 

O cliente livre pode fechar contratos customizados conforme o perfil de consumo e comprar energia elétrica provenientes de fontes limpas e renováveis, como as tecnologias eólica, solar fotovoltaica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). 

Mas será que a sua empresa pode comprar energia incentivada?

Fabiana de Cillo Carvalho, gerente de Planejamento e Regulação de Mercado da CPFL Soluções, explica que existem dois tipos de consumidores no mercado livre: os clientes livres e especiais

O cliente livre precisa ter uma demanda mínima de 1.000 kW, equivalente a uma conta de luz média de R$100 mil. Ele pode comprar energia de qualquer fonte de geração, fóssil ou renovável. 

Já o cliente especial, pela regra vigente, precisa ter uma demanda mínima de 500 kW, equivalente a uma conta de luz média de R$60 mil. No entanto, a energia contratada precisa ser exclusivamente de fontes renováveis.

Essas fontes renováveis são classificadas como “incentivadas”, pois oferecem ao comprador o benefício socioambiental, portanto, eles recebem descontos nas tarifas de uso do sistema de transmissão e distribuição. 

Por isso, quando pensamos nos conceitos de governança, meio ambiente e social (ESG, na sigla em inglês), o mercado livre é o caminho certo para ter um consumo energético com menor impacto socioambiental, com o benefício adicional de reduzir gastos desnecessários, uma vez que o cliente só paga pelo que consome. 

Quer saber mais sobre como o mercado livre ajuda a colocar o ESG na prática? Nossos especialistas estão sempre à disposição para atender e encontrar a melhor solução para sua empresa.

Mercado livre tem novos critérios de entrada, manutenção e saída.

O mercado livre terá novos critérios de entrada e manutenção para comercializadores  e novos critérios de saída para consumidores. As novas regras estão dispostas na Resolução Normativa 1014, publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) em 25 de abril. O objetivo é aumentar a segurança das operações de compra e venda de energia elétrica, em um contexto de expansão do Ambiente de Contratação Livre (ACL).

As comercializadoras de energia serão organizadas em dois grupos: tipo 1 serão empresas que poderão negociar sem limitação de volume de energia, desde que comprovem patrimônio líquido mínimo de R$ 10 milhões, e Tipo 2, que ficarão limitadas a negociação de até 30 MW médios por mês. Outra mudança, os  agentes serão desligados caso fiquem inadimplentes na liquidação financeira do Mecanismos de Venda de Excedentes (MVE). 

Outra mudança importante foi o aumento de R$ 1 milhão, para R$ 2 milhões do valor de capital social necessário a ser apresentado à CCEE quando do requerimento de um novo agente, para comercializar energia.

Os consumidores também precisam ficar atentos às mudanças. Agora, o processo de desligamento na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) começa sempre que houver ajuste nos volumes associados a contratos de venda por parte do comprador ou cessionário. 

A CCEE terá 60 dias para concluir o procedimento de desligamento, que poderá ser suspenso caso o agente não possua outros descumprimentos e aporte garantias financeiras (caução).

Lembrando que a caução não isenta o agente do pagamento integral dos encargos moratórios correspondentes, na liquidação financeira subsequente.

O agente poderá ser desligado por três motivos: de forma compulsória, por solicitação do agente ou inadimplência. Neste último caso, a CCEE deve instaurar procedimento administrativo, notificar o consumidor e oferecer tempestividade a sua defesa e pedir o aporte do principal de seus débitos na liquidação financeira ou comprove adimplemento na data prevista no calendário financeiro.

O prazo oferecido para manifestação é de dez dias, contados a partir da notificação. Quando o valor da inadimplência for inferior a R$ 3 mil, não havendo conduta reincidente ou contumaz, a CCE pode impor restrições.   

A CCEE também poderá determinar ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ou às distribuidoras a desconexão de geradores com débitos no Mercado de Curto Prazo (MCP). O ONS e a CCEE terão até 30 de abril de 2023 para adequar seus procedimentos de acordo com a REN 1014/22. 

Ainda consta na agenda de segurança do mercado os aprimoramentos dos processos de monitoramento dos agentes e salvaguardas financeiras. As consultas públicas 10/2022 e 11/2022 receberão contribuições até 23 de maio.

Consumidor Livre ou Especial? Saiba a diferença.

Com certeza, você já se deparou com os termos consumidores livres e consumidores especiais, mas qual é exatamente a definição desses tipos de consumidores? Se você tem essa dúvida, este texto vai te ajudar! O Mercado Livre de Energia, é um ambiente de contratação energética, onde os consumidores e vendedores negociam com empresas fornecedoras de energia, preços e flexibilidades. Hoje podem fazer parte do mercado livre de energia dois perfis de consumidores: livres e especiais.

O consumidor Livre tem como característica empresas eletroenergéticas, , com alto consumo de eletricidade (indústrias de cimento, extrativista, siderúrgicas, montadoras de veículos, etc.) Conforme regra atual, se faz necessário ter demanda acima de 1 megawatt (MW). Já os consumidores Especiais devem ter carga entre 0,5 MW e 1 MW. Esse grupo é formado por comércios, pequenas indústrias, shopping centers, padarias, farmácias, entre outros. 

Atenção: é possível realizar união de cargas para atingir o mínimo de demanda para entrada no mercado livre. Esse processo é conhecido como comunhão de cargas e é uma opção para quem deseja migrar para o mercado livre. Com isso, empresas de pequeno porte com mais de uma unidade consumidora na mesma localidade ou grupo empresarial podem unir as cargas, e juntas, atingirem o valor mínimo. 

Energia convencional e incentivada. A divisão entre os tipos de consumidores também impacta no tipo de energia que o cliente poderá comprar no mercado livre. A energia convencional tem como origem grandes hidrelétricas e termelétricas a gás natural, carvão e óleo combustível. Já a energia incentivada tem como origem tecnologias renováveis, como solar fotovoltaica, eólica, biomassa. 

No mercado livre, a energia convencional e incentivada costuma ter preços diferentes. A energia incentivada apresenta um spread em relação a energia convencional, e condiciona ao consumidor desconto % na TUSD. Trata-se de uma política pública para fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias de produção de energia. 

Outro ponto que vale mencionar é que, a partir de 1º de janeiro de 2023, consumidores livres e especiais terão como limite mínimo a mesma faixa de carga. Isso significa que todos os consumidores com cargas acima de 0,5 MW poderão escolher entre energia convencional e incentivada. 

Estamos vivendo um cenário de constantes mudanças regulatórias, e isso pode impactar nas regras de tipos de consumidores. Então, convidamos você a ficar ligado em nossos artigos e em caso de dúvidas, consulta nosso time da CPFL Soluções, para saber qual é a melhor estratégia para o seu negócio.

Você também pode acompanhar nosso conteúdo completo e explicativo do Podcast, C-liga:

Abertura do Mercado Livre

Como começar no Mercado Livre de Energia


Cenário da Energia Solar é promissor no Brasil, mas adesão deve seguir critérios técnicos

Mais de um milhão de consumidores brasileiros já produzem sua própria energia de fonte solar, a partir da captação por meio de painéis fotovoltaicos. A marca foi atingida em meados de janeiro, conforme dados da ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.

O número se refere a consumidores residenciais e também empresariais, cuja captação solar totaliza 8,6 gigawatts (GW) de potência, algo equivalente a cerca de dois terços da potência da usina hidrelétrica de Itaipu.

Essa modalidade deve continuar sendo tendência do mercado energético, inclusive da indústria e do comércio. Estudo da consultoria IHS Markit, aponta que a demanda global deve crescer em torno de 20% em 2022.

Além da geração solar por placas fotovoltaicas, há outras formas de reduzir custos garantindo abastecimento energético e previsibilidade. O Mercado Livre, por exemplo, é uma das opções com grandes vantagens financeiras e possibilidade de compra de energia produzida a partir de fontes renováveis.

A decisão de qual melhor fonte de geração de energia se encaixa à sua organização, deve considerar aspectos como valor pago atualmente, potência energética necessária, perfil e tensão de consumo, e por isso, é indicado contar com empresas de serviço de gestão.

Neste texto, você pode conhecer melhor outras alternativas e condições de Geração Distribuída e da adesão ao Mercado Livre, soluções bastante comuns para clientes que buscam economia em energia.

Por que devo migrar para o mercado livre de energia?

Mercado Livre de Energia Elétrica é um ambiente onde compradores e vendedores negociam livremente contratos de energia elétrica, é um mercado que vem crescendo exponencialmente ao longo dos anos.

De acordo com o boletim da Abraceel publicado em novembro de 2021, o mercado livre de energia possui 25.675 unidades consumidoras, isso representa um aumento de 28% nos últimos 12 meses, ou seja, migraram 5.584 novas unidades consumidoras, neste período.

Hoje, o mercado livre de energia representa 66% de toda a energia transacionada no país, e 85% de todo o consumo industrial já está no ambiente de contratação livre.

Esse crescimento é justificado devido aos inúmeros benefícios que as empresas possuem. No mercado livre de energia, a sua empresa tem redução de custos, devido a possibilidade de escolher seu fornecedor de energia, evitando a compra da energia na distribuidora. A economia neste ambiente pode chegar em até 30%, em relação ao custo atual.

Devido a vantagem competitiva e a economia que o mercado livre de energia proporciona, as empresas que tem essa possibilidade, estão entrando neste mercado.

Quando posso migrar para o Mercado Livre de Energia?

A empresa que deseja migrar para o mercado livre de energia deve comunicar a sua intenção de migrar à distribuidora de energia 6 meses antes do término do contrato.

Perdendo esse prazo, deve-se aguardar a próxima data de vencimento do contrato com a distribuidora ou realizar o pagamento da multa rescisória do contrato.

Visto isso, recomendamos que a sua empresa identifique o quanto antes a viabilidade de migração, pois cada dia fora do mercado livre de energia é um dia sem os benefícios proporcionados por ele.

Entre em contato hoje mesmo com a CPFL Soluções e inicie o estudo de viabilidade gratuito para verificar se sua empresa pode migrar para o mercado livre de energia, clique aqui.

E se sua empresa já identificou a viabilidade de migração, mas ainda tem dúvidas. Vamos te ajudar a entender tudo agora:

Esclarecendo as maiores dúvidas sobre o Mercado Livre de Energia

O mercado livre de energia, é um ambiente que possui previsibilidade, por isso, tem poucos riscos às empresas inseridas.

Um dos principais pontos de receio das empresas no momento de escolha é por ser um ambiente diferente do qual estão acostumados, onde há novos termos e expressões que no início podem deixar qualquer profissional inseguro.

Mas, como mencionado, este ambiente é totalmente seguro, e se sua empresa estiver assessorada por empresas especializadas, não há o que temer. Atuamos há mais de 15 anos com comercialização de energia no mercado livre, e nossos consultores irão acompanhar de perto todo o seu processo, garantindo a confiabilidade e transparência necessárias para realização das suas operações neste ambiente.

Veja a seguir outras 3 perguntas frequentes que recebemos dos nossos clientes no momento de migrar:

1 – Minha empresa pode ficar sem energia ao migrar para o mercado livre?

Muitos profissionais ficam preocupados quando analisam essa possibilidade, pois estão acostumados a comprar energia diretamente com a distribuidora, e acreditam que podem ficar sem energia elétrica, caso façam a migração.

Esse risco, na verdade, não existe, pois, a empresa vai continuar recebendo a mesma energia e a distribuidora continua sendo remunerada para manter a sua estrutura de fornecimento.

Ou seja, a responsabilidade pela qualidade do serviço de distribuição continua sendo da distribuidora local, independente de qual fornecedor você escolheu para comprar a energia. Com isso, sua empresa continua recebendo energia da mesma forma que recebia anteriormente à migração.

O que ocorre é que contratualmente (e contabilmente) sua empresa comprará energia de um fornecedor e, no balanço final, cada um paga e/ou recebe referente ao que consumiu e/ou gerou.

2 – Como fica a exposição à variação de preço de energia?

No mercado livre o valor de referência da energia é o PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). Quando há oscilação no volume de chuvas, há impacto em toda cadeia produtiva de energia.

Assim, empresas que realizam contratação de energia por curtos prazos, correm maior risco de serem afetadas pelas variações de preços do mercado.

O cuidado deve ocorrer no momento da aquisição, onde é possível encontrar preços diferentes dos contratados anteriormente, que podem ser maiores ou menores.

Portanto, para evitar esse risco, é recomendável que a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) envolva uma estratégia de longo prazo e contrate uma empresa especializada para te assessorar durante todo o processo.

3 – Como posso ter certeza que realizei o melhor contrato?

Um dos passos realizados durante a migração para o mercado livre de energia é o estudo de viabilidade econômica. Essa análise é feita por uma empresa especialista, como a CPFL Soluções, que se responsabiliza por fazer a gestão de energia de seus clientes, gerenciar seus contratos de energia e garantir maior segurança e tranquilidade.

Como vimos, a falta de acompanhamento adequado no momento da migração, na compra de energia e na gestão do contrato pode trazer muitas complicações para as empresas.

Portanto, escolha um fornecedor que possui solidez no mercado. A CPFL está há mais 100 anos no setor elétrico e integra todas as soluções de energia que o seu negócio precisa. Já atendemos mais de 1.500 clientes livres, e estamos presentes em 26 escritórios e bases operacionais no Brasil.

Aqui na CPFL estudamos detalhadamente o seu negócio e a forma na qual ele consome energia para sugerir a melhor opção de economia e desempenho.

Sua empresa conta com um gestor exclusivo, que cuidará de perto dos seus contratos de energia, assim temos gestão adequada, confiabilidade, transparência, sempre priorizando a sua economia. 

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Quais empresas podem migrar para o mercado livre de energia? Conheça um case real

Muitas empresas já estão descobrindo que migrar para o mercado livre de energia com a CPFL é a melhor solução para garantir a redução de custos na sua cadeia produtiva.

Somos especialistas na energia que transforma negócios, e em nosso portfólio já temos clientes de vários segmentos, como: hotéis, hospitais, shopping centers, telecom, varejistas, indústrias químicas, automotivas, farmacêuticas, metalúrgicas, alimentos e bebidas, entre outros setores.

Nós levamos nossas soluções para todas as áreas e regiões do Brasil, afinal, onde tem energia, tem um jeito melhor de usar, gerar e comercializar.

Melhor do que falar sobre o que podemos fazer pela sua energia é mostrar! Conheça agora um case de um dos nossos clientes e como podemos ajudar a transformar o seu negócio.

Um Caso Real

A empresa em questão:

O início da migração para o mercado livre de energia aconteceu em setembro de 2016 e a empresa tem 4 unidades migradas e geridas pela CPFL Soluções.

A empresa apresentou uma economia de 42% (referência out/2021), em média nas suas 4 unidades que migraram para o mercado livre de energia, confira no quadro a seguir os dados das unidades consumidoras.

UNIDADE MODALIDADE TARIFÁRIA CLASSE DEMANDA FP/ÚNICA ECONOMIA (%)
1 VERDE A4 800 41
2 VERDE A4 1.700 45
3 VERDE A4 575 41
4 VERDE A4 1.545 42

Essa economia financeira também pode ser a realidade da sua empresa!

Além da economia, o mercado livre de energia oferece outras vantagens como:

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Cuidaremos da sua migração, dos seus contratos de energia e faremos toda a gestão do seu consumo, garantindo o cumprimento do que foi contratado.

Contamos com uma equipe de especialistas pronta para ajudar você a migrar para este modelo com segurança, eficiência e transparência.

Como Migrar para o Mercado Livre de Energia em 7 Passos

Mercado Livre de Energia é uma ótima oportunidade de economia para empresas de qualquer segmento. Além disso, ao migrar, sua empresa conta com outros benefícios, como a previsibilidade no orçamento e possibilidade de escolher qual tipo de energia comprará, podendo optar por fontes renováveis, por exemplo.

O mercado livre está em expansão, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) registrou em outubro de 2021 a marca de 12 mil consumidores. Clique aqui para ler a matéria.

Quer entender como se juntar a essas empresas e desfrutar dos benefícios que o Mercado Livre de Energia oferece? Continue lendo este artigo.

O processo de migração para o mercado livre possui algumas etapas obrigatórias que precisam de atenção. É por isso, que as empresas devem contratar empresas especializadas, que serão responsáveis por todos os detalhes para garantir os benefícios da migração para o Mercado Livre. 

Aqui na CPFL Soluções estudamos detalhadamente a forma que o seu negócio consome energia para sugerir a melhor opção com economia e melhoria de desempenho.

Cuidamos da sua migração e da sua permanência no mercado livre de energia. Sua empresa conta com um gestor exclusivo, que cuidará de perto dos seus contratos de energia. Além disso, ele realiza a gestão mensalmente, garantindo assim confiabilidade, transparência e priorizando sempre a sua economia.  

Para que você entenda, de forma resumida, como funciona o processo, confira 7 passos para migrar para o mercado livre de energia.

1. Verificar se cumpre o critério mínimo para migrar:

Para a migração ao Mercado Livre de Energia, de acordo com a regras atuais, é necessária uma demanda contratada a partir de 500 kW em uma única unidade ou realizar comunhão de cargas (confira aqui o que é comunhão de cargas).

2. Fazer a Análise de viabilidade:

Nesta etapa avalia-se o preço da energia, histórico de consumo e demais características da fatura para verificar a viabilidade econômica ao migrar para o mercado livre de energia.

3. Rescindir o contrato com a distribuidora:

Para migrar para o mercado livre, é necessário rescindir o contrato de energia com a distribuidora, através de uma carta de denúncia.

Esse processo deve ser realizado no mínimo 6 meses antes da data desejada de migração para o Mercado Livre, sendo passível de antecipação mediante multa contratual.

4. Comprar energia:

Chegou o momento de efetivar os contratos de compra de energia no mercado livre. Isso ocorre durante ou após a migração, a depender da estratégia.

A contratação de energia é uma das etapas mais importantes no processo de migração. Veja como ocorre as etapas desse processo para as empresas que contam com a gestão da CPFL Soluções:

5. Aderir à CCEE:

Após definido o mês de migração, é iniciado o processo de adesão à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Nessa etapa temos os seguintes passos:

  1. Pagamento de emolumento à CCEE;
  2. Abertura de conta Bradesco;
  3. Envio de documentação;
  4. Cadastro da modelagem na CCEE.

É recomendável que a empresa tenha uma representação profissional para auxiliar nessas questões burocráticas junto à CCEE.

6. Adequação do sistema de medição – SMF

Para migração ao mercado livre é necessário realizar adequações físicas no local de consumo de energia para envio automático dos dados à CCEE. Esta etapa engloba projeto e aprovação do sistema de medição, faturamento, montagem, comissionamento e conectividade.  

7. Aprovação e cadastro do ponto

Nesta última etapa a CCEE já enxerga o ponto de medição, ou seja, a unidade já está apta a operar no mercado livre de energia.


A CPFL Soluções é uma empresa que integra todas as soluções de energia que o seu negócio precisa.

Com mais de 100 anos de protagonismo no setor elétrico, atendemos mais de 1.500 clientes livres e hoje estamos em mais de 26 escritórios e bases operacionais.

Conhecemos de perto as mais variadas formas de gerar e de comercializar energia elétrica. Esta expertise chega até você por meio de uma consultoria para te dar tranquilidade na mudança.

A CPFL Soluções realiza o planejamento de migração com análises técnicas e regulatórias, com acompanhamento em todo o processo desde a contratação de energia até as questões mais burocráticas.

Oferecemos transparência em todo o processo para que sua empresa tenha a melhor solução em energia.

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Contamos com uma equipe de especialistas pronta para ajudar você a migrar para este modelo com segurança, eficiência e transparência.

Comercializadora de Energia: Como ela pode ajudar a sua empresa?

Toda empresa, independente do porte, tem algo em comum: a vontade e a necessidade de reduzir custos para tornar sua cadeia de produtos e serviços ainda mais rentável.

Partindo desta premissa, você sabia que é possível conseguir uma economia de até 30% na conta de energia da sua empresa através do Mercado Livre de Energia?

Para entender melhor o que é o Mercado Livre e como as empresas estão economizando através de energia elétrica, acesse aqui.

No Mercado Livre de Energia, há uma figura muito importante, a Comercializadora de Energia. Se você quer entender como a comercializadora pode te ajudar, leia esse artigo até o final, vamos contar tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

Quais as funções da comercializadora no mercado livre de energia?

As comercializadoras são os intermediadores da negociação entre os produtores de energia e o consumidor que quer comprar energia, ou seja, você e sua empresa. Ela atua como facilitadora dessa negociação por meio de contratos bilaterais no ambiente de contratação livre (ACL).

Assim, uma comercializadora, que também realiza a gestão da sua energia, toma conta para que a engrenagem funcione perfeitamente. Ela facilita o processo de contratação da energia da sua empresa, com atribuições, tais como:

Portanto, a comercializadora negocia com as produtoras de energia e distribui o recurso em forma de contratos justos, atingindo os interesses de todos os agentes envolvidos e suas demandas.

Assim, tem-se um mercado de concorrência diferente do mercado cativo, o qual não existe autonomia e a empresa fica passível a uma única prestadora, a distribuidora de energia.

O que levar em consideração na hora de buscar uma comercializadora?

Sabendo da importância da comercializadora no mercado livre, é necessário escolher com cautela, do mesmo modo que se escolhe um fornecedor de um insumo importante para a sua empresa.

Com isso, quando for migrar fique atento aos seguintes aspectos:

Com essas atribuições, a comercializadora consegue oferecer os contratos adequados à realidade dos seus clientes e podem disponibilizar diferentes fontes de energia, como fontes eólicas, solares e hídricas.

De acordo, com a CCEE, existem 451 Comercializadoras no mercado, responsáveis por 38% de toda a energia transacionada no país. No entanto, apenas 106 delas são associadas, segundo a Abraceel.

A Abraceel é uma associação que defende a livre competição de mercado e atua no desenvolvimento do setor, auxiliando comercializadoras e consumidores.

A CPFL Soluções é associada da Abraceel, e seu o diretor-presidente de comercialização, Ricardo Motoyama, é conselheiro na associação, e segue pelos próximos dois anos. Estamos comprometidos com o desenvolvimento do setor e buscamos sempre as melhores opções para os nossos clientes.

Porque contratar uma comercializadora de Energia que também faz a gestão?

Com essa atribuição, a comercializadora pode ajudar a sua empresa a garantir a melhor negociação na compra e na gestão da sua energia.

Além disso, você conta com um acompanhamento personalizado tanto no processo de migração quanto no dia a dia de consumidor no mercado livre.

Esse se torna um grande benefício, pois quando você se torna um consumidor livre, a gestão do seu consumo de energia e dos seus contratos se torna mais dinâmica. A figura abaixo ilustra a relação natural de sobras e déficits que podem ocorrer mensalmente.

Fonte: Energês

A partir dessa imagem, podemos ver que se sua empresa consumir mais energia que contratou, ela pode ser penalizada. E nos momentos em que consumir abaixo do contratado, é possível liquidar o excedente no mercado de curto prazo ao valor do PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). Porém, tudo deve ser realizado com atenção para que não ocorram prejuízos financeiros.

Assim, o papel do comercializador e gestor é comprar para si estes riscos de consumidores e gerenciá-los a partir do seu conhecimento de mercado.

Na CPFL Soluções cada empresa possui um gestor exclusivo, contribuindo assim, para a confiabilidade e transparência em todo o processo.

A CPFL é uma empresa que integra todas as soluções de energia que o seu negócio precisa.

Com mais de 100 anos de protagonismo no setor elétrico, a CPFL atua em toda a sua cadeia, com negócios de geração, transmissão, distribuição, serviços e soluções para seus clientes.  Presente em 11 estados, em todas as regiões do país, contribuímos para o desenvolvimento econômico, entregando energia limpa, confiabilidade e segurança para milhões de pessoas.

Fonte: Relatório Anual 2020 CPFL Energia

A CPFL Soluções realiza operações de compra e venda de energia e ao longo do tempo contamos com mais de 1.500 clientes livres atendidos. Somos líderes na comercialização de energia incentivada.

Estudamos a fundo o seu negócio e a forma que consome energia, encontrando a opção certa para gerar economia e melhoria de desempenho. Afinal, onde tem energia, tem um jeito melhor de usar, gerar e comercializar.

Com toda essa experiência, conseguimos te auxiliar a encontrar a melhor alternativa de compra de energia. Para saber se sua empresa está apta a migrar para o mercado livre e obter todos os benefícios deste mercado, CLIQUE AQUI e responda algumas perguntas rápidas.

Contamos com uma equipe de especialistas pronta para te ajudar com segurança, eficiência e transparência.

Entenda como funciona a operação de SWAP de Energia

Os consumidores do Mercado Livre têm a oportunidade de negociar melhores condições de compra e venda de energia, de acordo com sua necessidade, podendo realizar SWAP de energia, ou seja, uma operação de troca de energia entre agentes do mercado, com o objetivo principal de obter uma redução nos custos.

Existem diferentes tipos de SWAP disponíveis no mercado de energia. Podemos citar: SWAP de fonte de energia, SWAP de período de contrato, SWAP de volume negociado ou de submercado de entrega.

SWAP de Fonte de Energia

Para a viabilização do SWAP da fonte de energia, é importante considerar as duas classes de perfil de consumidores definidas pelo mercado. O consumidor especial, quepode consumir energia somente de fontes incentivadas e se limita a realizar qualquer troca apenas entre as fontes incentivadas, e o consumidor livre, que possui demanda contratada acima de 1.500 KW eestá apto a consumir e realizar trocas de qualquer fonte, seja ela especial ou convencional.

A alteração contratual da fonte é feita diretamente junto ao fornecedor de energia. Nas situações em que o atual fornecedor não dispõe de outra fonte energética, é possível envolver um terceiro na operação de troca.

SWAP de volume negociado e SWAP de período de contrato

Como o próprio nome destas operações indiciam, a viabilidade de troca de energia é negociada com base em um determinado volume de energia contratado, ou período em que a empresa precisará fazer uma redução no consumo energético.

SWAP de Submercado

Neste tipo de operação, a troca de energia acontece entre as principais usinas de geração energética de diferentes regiões e diferentes consumidores, interligados pelo SIN.

A oportunidade de redução de custos, neste tipo de operação, ocorre devido a cada submercado ter cotações de preços de energia variáveis.

Na prática

Você pode perceber o desconto obtido na aplicação da distribuidora em até 3 ciclos de faturamento, após o mês de referência do desconto na TUSD, a ser concedido ao cliente.

Para entender em qual desses cenários a sua empresa se encontra, entre em contato conosco.

Em janeiro, flexibilização do Mercado Livre avança mais uma etapa

A partir de 1º de janeiro de 2022, consumidores do Mercado Livre com carga igual ou superior a 1.000kW poderão comprar energia elétrica de qualquer fonte no Ambiente de Contratação Livre (ACL), passando a ter um portfólio maior à disposição. Neste momento, a opção ampla de escolha só é permitida aos consumidores com carga igual ou superior a 1.500kW.

A mudança está prevista na Portaria MME nº 465/2019, que estabeleceu cronograma de escalonamento anual para redução dos requisitos mínimos de carga para aquisição de energia não incentivada até o limite de 500kW em 2023. Ao início de cada ano, a “régua” desce, liberando a compra de energia de todas as fontes à mais consumidores já presentes no Ambiente de Contratação Livre.

Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a flexibilização visa tornar o mercado de energia brasileiro mais competitivo e alinhado com os padrões internacionais, nos quais o consumidor tem maior liberdade de escolha.

A mesma Portaria prevê que até 31 de janeiro de 2022, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) devem apresentar um estudo sobre as medidas regulatórias consideradas necessárias para permitir a abertura do Mercado Livre para consumidores com carga inferior a 500 kW, com proposta de cronograma tendo início em janeiro de 2024. Em detrimento dessa redação, a CCEE divulgou, no dia 23 de novembro, a Nota Técnica “Proposta conceitual para Abertura de Mercado” que contêm a primeira parte do estudo sobre abertura de mercado.

Em resumo a nota técnica apresentou as seguintes propostas:

Para conferir a nota oficial completa, clique aqui.

Fique atento e acompanhe nossas publicações para saber mais sobre o estudo e as novidades em relação a abertura do Mercado Livre de Energia.