Entenda as diferenças e o que observar antes de aderir

O setor energético brasileiro é cada vez mais dinâmico e passa por transformações importantes em um país de dimensões continentais, cujo regime de chuva é cada vez menos previsível. Nesse cenário, novas formas de contratação vêm conquistando a adesão de muitas empresas. Duas delas merecem destaque.

Criado há 22 anos, o Mercado Livre de Energia (ML) permite escolher de quem comprar, negociando valores e condições. Os custos diminuem e tornam-se previsíveis, uma vez que o preço deixa de ser regido conforme tarifas pré-definidas. Outra característica dessa modalidade é que não há limitação territorial. Além disso, a energia excedente pode ser vendia, com o valor obtido em reais a cada mês.

Mais recentemente, a possibilidade de gerar a própria energia elétrica a partir de fontes renováveis, especialmente a solar, tem atraído a atenção de algumas empresas. Trata-se do sistema de Geração Distribuída (GD), processo que pode aliar economia financeira, consciência socioambiental e autossustentabilidade. No entanto, o preço da tarifa é regulado pela ANEEL e há limitação territorial por distribuidora. Nessa modalidade a energia não pode ser vendida, e o excedente é convertido em créditos com validade de 5 anos.

Se você está agora mesmo em momento de tomada de decisão, seguem importantes pontos para levar em consideração:

5 Pontos para analisar antes da migração para ML ou GD:

1. Qual a potência necessária e a potência disponibilizada na unidade consumidora?

2. Como está o valor pago pela energia atualmente?

3. Qual o perfil de consumo e a tensão de fornecimento?

4. Há intenção de comercializar o excedente energético?

5. A Geração Distribuída exige a implantação de uma usina solar, portanto deve haver área suficiente para instalação.

Quando essas principais questões forem respondidas, você estará no caminho de perceber qual modelo de contratação melhor se encaixa na sua empresa.

*Fonte: Energês

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